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Quem somos:

Valinhos, SP, Brazil
Eu sou consultor de TI e a Walquíria, professora. O meu hobby é o tiro esportivo e o dela, a leitura. O nosso é o motociclismo.

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

2 de Janeiro - 6o. Dia - Parte I - A Corrente


Lubrificando a corrente. Ao final tivemos que substituí-la
Desde o dia que entramos no Uruguai, eu sentia uma vibração e um barulho parecido com estralos vindo da corrente da moto. Mas uma vez lubrificada a corrente, os sons estranhos cessavam. Assim, por algum tempo, assumi que o problema era com a lubrificação ou mais precisamente, a falta dela. Porém numa verificação mais aprofundada, vimos que a corrente tinha marcas e isso não era um bom indício. No Uruguai não me preocupei muito com o problema e resolvi que só o verificaria em Buenos Aires pois lá existem autorizadas da Suzuki. De posse de mais de 5 endereços de autorizadas da marca na capital portenha, saímos eu e o Eduardo ( que muito gentilmente se prontificou a me acompanhar ) em busca da solução para o problema. A primeira tentativa deu errado: no local não havia uma autorizada Suzuki mas sim uma Honda. Seguimos então para a segunda possibilidade e nessa sim havia uma oficina autorizada que ainda não estava aberta e portanto tivemos que esperar alguns minutos. Loja aberta, mecânico a postos, a V-Strom foi examinada. Diagnóstico: O pinhão estava muito gasto e provocando a vibração e os estralos. A solução era trocar o conjunto da transmissão secundária ( coroa, pinhão e corrente ). Aproveitei também para trocar o óleo que já tinha por volta de 2.800 Kms. Só não fiquei mais bravo com o mecânico que revisou minha moto antes da saída de Campinas porque o reparo aqui em Buenos Aires ficou mais barato que se houvesse sido feito no Brasil. Mas ainda sim o custo foi elevado - R$ 810,00 - A moto ficou boa e agora era pegar a estrada. O único problema é que tanto eu quanto o Eduardo tínhamos por volta de 600 Kms. para rodar naquele dia e só conseguimos sair do hotel por volta das 13:30 Hs. com um longo dia pela frente,

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